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Gripe aviária na avicultura brasileira:

Biossegurança e controle microbiológico com soluções Higex A gripe aviária recolocou a biossegurança avícola sob holofotes e mostrou que não basta “limpar bem”: é preciso controlar os microrganismos com precisão para manter granjas e agroindústrias protegidas, produtivas e em conformidade sanitária. Com 23 anos de experiência em controle microbiológico, a Higex atua exatamente nesse ponto, apoiando o setor na construção de planos de higienização e desinfecção que convertem protocolos em resultados concretos contra riscos como o vírus H5N1. Gripe aviária e o risco para a avicultura brasileira A influenza aviária, ou gripe aviária, é uma doença viral causada pelo vírus Influenza A que afeta principalmente aves, podendo assumir formas de baixa ou alta patogenicidade; entre elas, o subtipo H5N1 é o mais temido pela capacidade de provocar mortalidade elevada em plantéis comerciais. Em sistemas intensivos de produção de aves, um foco de influenza aviária desencadeia medidas como sacrifício de lotes inteiros, interdição de propriedades, criação de zonas de proteção e vigilância, com impacto direto em custos, imagem e acesso a mercados internacionais. O vírus se dissemina por contato com secreções respiratórias, fezes, água, poeira e superfícies contaminadas, mas também se desloca de forma indireta, aderido a equipamentos, veículos, roupas, calçados e outros vetores ligados à rotina operacional. Em um contexto de alta densidade de aves e grande movimentação de pessoas e insumos, qualquer falha na barreira sanitária ou na higienização de ambientes e equipamentos pode se transformar na porta de entrada para o vírus. Nos últimos anos, o Brasil atualizou planos de contingência para influenza aviária e doença de Newcastle, definindo ações coordenadas para prevenção, detecção e resposta rápida, com foco em proteger o status sanitário do país e a continuidade da produção. Para o produtor e a indústria, isso se traduz em uma exigência clara: biossegurança não pode ser apenas um manual na estante; precisa ser rotina incorporada ao dia a dia, sustentada por programas de controle microbiológico robustos e auditáveis. Biossegurança e controle microbiológico: o coração do plano Biossegurança na prática, não só no papel Biossegurança em granjas avícolas é o conjunto de medidas destinadas a impedir a entrada e circulação de agentes infecciosos, envolvendo desde o desenho das instalações até fluxos de pessoas, manejo de aves e gestão de resíduos. Na prática, isso inclui controle rigoroso de acesso, registro e higienização de veículos, uso correto de EPIs, gestão da destinação de carcaças e subprodutos, protocolos de entrada de insumos e uma rotina disciplinada de limpeza e desinfecção de todas as áreas. Em cenários de gripe aviária, essas medidas ganham peso ainda maior: a forma como a granja ou a planta industrial organiza seus fluxos e executa a higienização diária passa a ser determinante para reduzir a probabilidade de introdução do vírus e, caso ocorra um foco, para encurtar o tempo de resposta e retomada segura. Sem um plano de controle microbiológico bem definido, a biossegurança fica limitada à intenção, sem a efetividade necessária para enfrentar patógenos de alta importância sanitária. Pontos cegos da higienização A experiência acumulada em indústrias de alimentos e ambientes produtivos mostra que a maior parte dos problemas microbiológicos não surge nas áreas mais óbvias, e sim nos “pontos cegos” da higienização. Ralos, canaletas, estruturas elevadas, tubulações, dutos de ventilação, frestas, juntas, zonas sob equipamentos e áreas internas de máquinas tendem a acumular umidade e matéria orgânica, criando condições ideais para a proliferação de microrganismos. Quando esses reservatórios não são alcançados pela higienização convencional, continuam liberando agentes patogênicos para o ambiente, alimentando ciclos de recontaminação que podem persistir mesmo após limpezas rigorosas, comprometendo qualquer esforço para controlar agentes como o vírus da gripe aviária. Limites dos métodos convencionais Métodos convencionais de desinfecção, como pulverização manual e nebulização, continuam sendo importantes, mas possuem limitações físicas claras: alcance restrito, zonas de sombra, forte dependência da técnica de aplicação e dificuldade para atingir uniformemente estruturas elevadas, internas ou de difícil acesso. Em plantas complexas, com equipamentos de geometria variada, tetos altos, tubulações suspensas e áreas confinadas, sempre permanecem zonas subtratadas que permanecem como fontes silenciosas de contaminação. Essa diferença entre o que está escrito no protocolo e o que de fato é desinfetado no campo é uma das principais razões pelas quais surtos podem se prolongar ou reaparecer, mesmo em unidades que seguem rotinas rigorosas de limpeza. Reconhecer esses limites é o passo que abre espaço para tecnologias complementares capazes de ampliar a cobertura e a consistência da desinfecção, especialmente em momentos de maior pressão sanitária, como os períodos de maior risco de influenza aviária. Desinfecção aérea fumígena em instalações avícolas A desinfecção aérea fumígena foi desenvolvida justamente para enfrentar o desafio do acesso e da homogeneidade de aplicação, substituindo a tentativa de alcançar ponto a ponto pela estratégia de preencher todo o volume do ambiente com partículas desinfetantes ultrafinas. Liberadas em forma de fumaça, essas partículas se dispersam de maneira uniforme, alcançando tetos, vigas, estruturas suspensas, frestas, áreas internas expostas e demais superfícies onde a desinfecção convencional não consegue atuar com a mesma eficiência. Em instalações ligadas à avicultura, essa tecnologia pode ser utilizada em limpezas terminais após a saída de lotes, em períodos de vazio sanitário, em ambientes de apoio (como depósitos, câmaras, corredores técnicos) e em áreas de processamento e armazenagem conectadas à cadeia avícola. Quando integrada a um plano estruturado de higienização, a desinfecção fumígena contribui para a redução significativa da carga microbiológica ambiental, ajudando a interromper cadeias de transmissão que se mantêm em zonas de difícil acesso e reforçando as barreiras contra vírus, bactérias e fungos. Know-how da Higex e aplicações na cadeia avícola Fundada em 2 de fevereiro de 2002, a Higex soma 23 anos dedicados exclusivamente ao controle microbiológico em indústrias de alimentos, bebidas, produção animal e outros segmentos que exigem padrões elevados de higiene e segurança sanitária. Ao longo desse percurso, consolidou-se como referência nacional ao unir desenvolvimento e fabricação de soluções especializadas com suporte técnico consultivo, sempre orientado à melhoria da performance microbiológica nas plantas. A empresa foi pioneira no Brasil ao obter junto à ANVISA o registro de um fumígeno desinfetante para uso industrial, fruto de investimentos contínuos em pesquisa, testes de eficácia e validação em campo, permanecendo como a única fabricante nacional com essa tecnologia. O Fumitech, fumígeno bactericida e fungicida registrado na ANVISA (nº 340200037), possui eficácia comprovada contra o Vírus Gumboro com apenas uma hora de exposição, além de validações contra Salmonella, E. coli, Listeria e fungos como Aspergillus. Essa experiência se traduz em programas específicos para ambientes ligados à avicultura, como granjas, incubatórios, fábricas de ração ou unidades de abate e processamento, nos quais a fumegação é integrada a rotinas de limpeza e desinfecção para ampliar a cobertura em áreas de difícil acesso. Além da desinfecção por fumaça, a Higex oferece soluções para limpeza e desinfecção de superfícies, equipamentos e áreas de processo, bem como ferramentas de diagnóstico e monitoramento que ajudam a mapear zonas críticas e validar a eficácia dos planos de higienização. Essa abordagem baseada em dados e em acompanhamento técnico contínuo facilita a aderência às normas de segurança de alimentos, às exigências de planos oficiais de sanidade avícola e às principais certificações de qualidade reconhecidas internacionalmente. Um convite à ação estratégica Em tempos de gripe aviária, a diferença entre um plano de biossegurança que funciona no papel e um programa que protege efetivamente a operação está na capacidade de controlar microrganismos em todas as zonas do processo, inclusive naquelas que não se vê a olho nu. Com experiência técnica consolidada, tecnologia fumígena pioneira no Brasil e atuação consultiva junto ao cliente, a Higex está preparada para apoiar granjas, cooperativas, agroindústrias e integradoras na revisão de seus planos de higienização e na implementação de soluções de controle microbiológico à altura dos desafios impostos pela influenza aviária.

23/02/2026
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Como evitar contaminações microbiológicas na indústria alimentícia: práticas de higienização industrial para proteger sua produção

Contaminações microbiológicas Contaminações microbiológicas na indústria são uma das maiores causas de perdas, retrabalhos e riscos à segurança sanitária. Bactérias, fungos e vírus podem se instalar em áreas de difícil acesso, comprometendo toda a cadeia de produção. Por isso, empresas estão adotando tecnologias mais completas de higienização como o Smoke Tech, um desinfectante a base de fumaça que permite alcançar locais inacessíveis com facilidade e eficácia.   Mesmo com equipes dedicadas e protocolos de higienização rígidos, alguns pontos continuam sendo críticos: - Estruturas elevadas e dutos; - Frestas e cantos; - Equipamentos aéreos de difícil acesso ou com compartimentos apertados; - Ambientes amplos e/ou com baixa ventilação. Esses locais favorecem a proliferação de microrganismos e tornam essencial o uso de tecnologias de desinfecção aérea fumígena para uma higienização industrial eficaz. O que é Fumigação? A Fumigação é uma desinfecção aérea onde partículas ultrafinas são liberadas em forma de fumaça, preenchendo todo o ambiente e alcançando superfícies escondidas ou elevadas.   Essa técnica é especialmente útil para: - Reduzir riscos de contaminação cruzada; - Cobrir áreas onde desinfetantes convencionais não chegam; - Complementar o plano de higiene industrial; - Reforçar o controle microbiológico em etapas críticas do processo produtivo.   O SMOKE TECH, é formulado com o ativo ortofenilfenol (OPP) — reconhecido por órgãos internacionais pela sua eficácia antimicrobiana.   Por que esta tecnologia de desinfecção aérea está ganhando destaque nas indústrias? 1. Cobertura total do ambiente: a fumaça densa alcança áreas de difícil acesso 2. Alta eficácia contra microrganismos: o SMOKE TECH age contra bactérias, fungos e vírus, reforçando a segurança microbiológica. 3. Redução de exposição e maior segurança operacional: por ser aplicado à distância, reduz contato direto dos colaboradores com agentes químicos. 4. Economia de tempo e recursos: rápido, prático e sem necessidade de água, minimizando paradas produtivas. 5. Complemento ao plano de higienização: ideal para indústrias que buscam elevar seus padrões de segurança microbiológica. Para garantir máxima eficácia:   - Realize uma completa limpeza física prévia; a desinfecção não terá a mesma eficiência sem a remoção de sujidade. - Utilize a dosagem correta indicada pelo fabricante, conforme área e criticidade. - Use em ambientes onde seja possível conter a fumaça para ocorrer o contato desta, com todo ambiente e superfícies - Para validar a eficiência, realize monitoramento microbiológico antes e depois da aplicação e compare os resultados. - Documente todo o processo para auditorias e certificações (FSSC, BRC, ISO etc.). Essas práticas aumentam a confiabilidade do processo e fortalecem a cultura de segurança de desinfecção microbiológica.   Principais benefícios do SMOKE TECH no controle microbiológico: - Cobertura integral mesmo em locais de difícil acesso; - Ação comprovada contra bactérias, fungos e vírus; - Processo rápido, seguro e com mínima intervenção manual; - Complemento eficaz à limpeza e desinfecção tradicionais; - Redução significativa do risco de contaminação ambiental; - Versatilidade para diversos segmentos: frigoríficos, laticínios, panificação, bebidas, armazenamento, agrícola e muito mais. Tecnologias como o SMOKE TECH vêm se consolidando como soluções estratégicas para processos que exigem alto padrão de higiene, pois entregam cobertura completa, eficácia comprovada e segurança operacional. Se o seu objetivo é melhorar o controle microbiológico e reduzir riscos de contaminações microbiológicas invisíveis na produção, a desinfecção aérea pode ser o diferencial que faltava no seu plano de higienização. Quer entender como essa tecnologia de desinfecção á seco a base de fumaça se aplica na sua planta? A equipe técnica da HIGEX oferece avaliação, orientação e treinamento especializado.

23/01/2026
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Você sabe o que significa Fulfillment e a importância para sua empresa? 

Fulfillment refere-se ao processo de preparação e entrega de pedidos aos clientes, este processo inclui as etapas de armazenagem, embalagem, rotulagem e organização de uma transportadora para entregar as mercadorias. Também envolve fornecer atendimento ao cliente, rastrear pedidos, gerenciar devoluções e processar pagamentos para a empresa que contrata este serviço. Portanto, fulfillment é uma ferramenta que integra as áreas de logística, operações e atendimento, proporciona uma administração compartilhada, a previsibilidade de prazos de entrega e de aquisição de novos estoques. A empresa que presta serviço fulfillment deve possuir um espaço físico apropriado, a maioria delas não é projetada para armazenar estoque por mais de alguns meses, pois a ideia é oferecer soluções de atendimento simples, práticas e realizar o processamento de pedidos no menor tempo possível. Como surgiu o Fulfillment? Há um tempo atrás existiam muitas empresas que tinham muitos produtos para armazenar e enviar, consequentemente, tinham que lidar com a organização do armazenamento, preparação para envio, e envio de cada item para um cliente individual, isso significava um problema para as empresas, pois demandava de tempo e espaço, e desacelerava o processo de fazer negócios. Foi quando começaram a surgir empresas de atendimento de pedidos, fulfillment, as quais agora são um dos meios mais populares pelos quais uma ampla variedade de empresas em todo o mundo distribui seus produtos. Importância e benefícios do Fulfillment para sua empresa: O serviço fulfillment, cumpre uma função muito importante pois permite que as empresas deleguem suas operações da cadeia de suprimentos, isso economiza tempo e recursos para se concentrar em outras áreas de crescimento, como marketing, contabilidade, pesquisa e desenvolvimento de produtos. Além disso, fulfillment fornece às empresas flexibilidade para atender às demandas de diferentes temporadas de vendas. Um operador especializado em fulfillment é capaz de se adaptar à variabilidade da demanda dos clientes dependendo de suas necessidades, por exemplo, aumentando ou diminuindo a área de armazenamento ou o número de funcionários. O operador, também, prepara relatórios sobre suas atividades, para a empresa que contrata o serviço fulfillment, disponibilizando informação sobre o volume de vendas, número de devoluções, reclamações, etc. Fulfillment proporciona um adequado gerenciamento de estoque e permite a implementação de um processo consistente de coleta, embalagem, envio e sistemas de rastreamento integrados. Esta rede robusta também ajuda a reduzir os custos de envio. Por outro lado, gera maior nível de confiança por parte do consumidor, uma vez que fornece uma qualidade standard de produtos acabados e a entrega é garantida em qualquer cidade do território nacional na qual atua o parceiro logístico.   Etapas do Processo Fulfillment: Recebimento de pedidos de clientes: os pedidos entram na empresa que elabora os produtos por meio de vários canais como o site da empresa ou por meio de um mercado de comércio eletrônico. Esses pedidos serão enviados para a equipe do fulfillment para iniciar o processamento.   Processamento de pedidos: com o pedido do cliente em mãos, a equipe fulfillment deve localizar cada produto dentro do depósito, seguindo as técnicas adequadas de gerenciamento de estoque.   Acondicionamento do pedido: depois de processar o pedido do cliente, é hora de separar, embalar e rotular.   Envio: os produtos já preparados, são levados para um local onde são colocados em embalagens de comércio eletrônico. O pedido agora está pronto para envio e será enviado pelo serviço de remessa da empresa, por uma transportadora terceirizada ou enviado para remessa a granel no exterior. Uma data estimada de chegada também será gerada e enviada ao cliente.   Rastreamento de pedidos: depois que o pedido é separado, embalado e enviado, os clientes tem a opção de rastreá-los.   Processamento de devoluções de clientes: se os clientes devolvem o pedido, a equipe fulfillment é responsável em parte pelo processamento dessas devoluções. A parte financeira da devolução passará para a empresa produtora, e a equipe fulfillment deverá inspecionar os produtos e realocá-los no depósito. Esses produtos devem ter um tratamento especial, pois valem menos e não podem ser vendidos como novos. Fulfillment, é uma área de atuação relativamente nova dos prestadores de serviços e está constantemente se atualizando. As empresas fulfillment estão expandindo os serviços para seus clientes com atividades como o reparo ou renovação de produtos devolvidos, serviços financeiros e contábeis, centros de contato, programas de fidelidade, cupons, é também outros serviços oferecidos de acordo as preferencias de cada cliente como anexar manuais de instruções, folhetos em um idioma selecionado, etc. Referências bibliográficas: Kawa. Fulfillment Service in E-Commerce Logistics. Scientific Journal of Logistics. LogForum. 2017. Martins. Análise das estratégias de dropshipping e fulfillment no gerenciamento da cadeia de suprimentos de um e-commerce. Universidade Federal De Santa Catarina. Joinville. 2020. L. Croxton. The Order Fulfillment Process. The Ohio State University. The International Journal of Logistics Management. Volume 14, Number 1 2003. F. de Andrade. Terceirização De Operação E-Fulfillment em microempresas De Comércio Eletrônico Universidade Estácio – Recife. 2019.

13/07/2023
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Aflatoxina M1: Como evitar a contaminação na produção de produtos lácteos

Ocorrência de Aflatoxina M1 em produtos lácteos: A aflatoxina é uma micotoxina, produzida como metabólito secundário, por algumas cepas de fungos das espécies Aspergillus flavus e Aspergillus parasiticus, os quais desenvolvem-se em alimentos como amendoim, milho, feijão, arroz, trigo, nozes, sementes de algodão e contaminam também produtos de origem animal como ovos, carne, leite e derivados. Caracterizam-se pela elevada toxicidade que apresentam para humanos e animais, são estáveis em altas temperaturas, não são afetadas pelo frio, são incolores, inodoras e não alteram o sabor dos alimentos. As aflatoxinas de maior interesse para a saúde pública e segurança de alimentos são as identificadas como B1, B2, G1, G2, M1 e M2, os dois últimos foram detectados no leite resultantes do metabolismo das B1 e B2. As aflatoxinas recebem as denominações, B (Blue=azul) e G (Green=verde), devido suas características fluorescentes quando expostas à luz ultravioleta, a designação M (Milk toxin) é dada por ser uma toxina excretada no leite. Mecanismo de contaminação do leite e produtos lácteos por Aflatoxina M1: A ocorrência de aflatoxina M1 em produtos lácteos começa com a contaminação de produtos agrícolas destinados a ração animal, como amendoim, farinha de milho, farinha do caroço de algodão, etc. Estes produtos podem ser contaminados com aflatoxina B1, quando são expostos a fungos e esporos presentes no ambiente durante a colheita, secagem, armazenamento (principalmente em locais úmidos e sem ventilação), processamento e transporte inadequado. Quando o animal consome a ração contaminada com aflatoxina B1, esta é absorvida via trato gastrointestinal, passando ao sistema sanguíneo e transportada para o fígado onde é metabolizada. Uma parte da aflatoxina é fixada nos tecidos hepáticos, outros metabólitos são excretados via bílis, através das fezes, outros produtos de degradação da aflatoxina B1 (a aflatoxina M1) são excretados no sistema circulatório sanguíneo e finalmente transferido para o leite, ovos, músculos e demais tecidos comestíveis do animal (DENNIS & HSIEH, 1981). Consequências da ocorrência de aflatoxina M1 em produtos lácteos: A ocorrência de aflatoxina M1 em produtos lácteos destinado ao consumo, é altamente preocupante para saúde pública e segurança de alimentos, por isso a OMS recomenda a redução do consumo de aflatoxina M1 para um nível que minimize o risco potencial de sua ingestão. Consequentemente, muitos países, inclusive o Brasil, regulamentaram o limite máximo permitido de aflatoxina M1 no leite, sendo 0,5 µg/Kg em leite fluído e 5,0 µg/Kg para leite em pó (Mercosul, GMC/RES. n°56/94; RDC Nº722, 2022). Os efeitos que causa a aflatoxina M1 à saúde estão influenciados pela idade, estado de saúde nutricional, sexo, exposição a outros agentes químicos, dose e período de exposição. Vários estudos sugerem uma associação da aflatoxina ao câncer no fígado, podendo induzir também a cirrose hepática, diminuição da resistência imunológica propiciando surtos de hepatites virais tipo B, estando também associada à Síndrome de Reye, febre, convulsões, vômito, coma, etc. (MALLMANN et al., 2003), podendo afetar também o pâncreas e o baço. Além de representar riscos à saúde, a contaminação por aflatoxinas também representa importantes perdas econômicas, que compreende perdas diretas de produtos agrícolas e produtos lácteos, afeta a saúde do animal aumentando a morbidade e mortalidade, gera doença em humanos, diminui a produtividade etc., e custos indiretos como a aplicação de sistemas de controle, custos de remoção da toxina para recuperar produtos e rejeição de produtos contaminados (SCUSSEL, 1998). Como controlar a contaminação por aflatoxinas em produtos lácteos: A presença de aflatoxina M1 no leite e derivados depende da qualidade da ração animal, por sua vez a contaminação da ração animal depende de fatores ambientais como umidade, ventilação, temperatura, pH e presença de substrato durante os processos de secagem, fabricação, armazenamento e transporte. Sendo as condições ótimas para a produção de aflatoxinas, temperaturas de 24°C a 35°C e umidade relativa cerca de 70%. Por isso, para diminuir a contaminação por aflatoxina B1 e, como consequência, reduzir a conversão em aflatoxina M1, que posteriormente é excretada no leite, é necessário levar um controle da produção de ração animal desde a origem. Sendo assim, é fundamental: Implementar boas práticas agrícolas no manejo pré-colheita e pós-colheita de alimentos destinados a animais, incluindo armazenamento, secagem e transporte. Realizar controle da umidade e temperatura das instalações onde é armazenada a ração. A ração deve ser de procedência confiável, se possível com laudos quanto à ausência de micotoxinas nesses alimentos. Inspecionar e descartar alimentos contaminados manualmente também é uma medida útil para controlar o crescimento de fungos. Adotar práticas de higiene adequados para ambientes de processamento de alimentos, como processos de higienização a seco que ajudam a manter a umidade do ambiente em baixas proporções. Estudar a aplicação de determinados sistemas de pasteurização, esterilização, evaporação, secagem roller e spray, para conseguir reduzir a contaminação de aflatoxina M1 no leite. Referências bibliográficas: S. Magalhães; M. C. Sola. Identificação de aflatoxinas no leite e produtos lácteos: Revisão de literatura. Research, Society and Development, v. 10, n. 8, e50510817586, 2021. Ledo; K. A. Hettinga; J. B. Kussaga. P. A. Luning. Implications of differences in safety and hygiene control practices for microbial safety and aflatoxin M1 in an emerging dairy chain: The case of Tanzania. Food Control. Volume 118, December 2020, 107453. C. Ramírez Baggio. Aflatoxina M1 em leite. A. Fernandes de Oliveira; P. M. L. Germano. Aflatoxinas: conceitos sobre mecanismos de toxicidade e seu envolvimento na etiologia do câncer hepático celular. Rev. Saúde Pública. Publicado em 2001. X. de Farias; O. Freitas-Silva; M. H. de Moraes. Aflatoxina M1 em leite, um risco para a saúde pública. Embrapa, Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. ISSN 0103-6068 67. Rio de Janeiro. 2005. Gonçalez; J.D. Felicio; M.M. Pinto; M.H. Rossi; J.H.C. Nogueira; S. Manginell. Ocorrência de aflatoxina M1 em leite comercializado em alguns municípios do estado de São Paulo. Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.72, n.4, p.435-438, out./dez., 2005. Cantanhede. Aflatoxina M1: Pesquisa mostra riscos no leite in natura. Food Safety Brazil. 2017.

07/06/2023
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ESG: Os impactos na indústria de alimentos e bebidas

O ESG é a sigla em inglês de Environmental, Social and Governance, que pode ser traduzido como: Ambiental, Social e Governança. O termo ESG surgiu na publicação do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), em parceria com o Banco Mundial, titulada Who Cares Wins: Quem se importa, vence. Trata-se de um conjunto de práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização cujo objetivo é contribuir para a construção de um mundo melhor, com mais justiça, igualdade e maior responsabilidade ambiental, pensando também nos aspectos econômicos. As práticas ESG têm grande impacto para a indústria, estão diretamente ligadas à nova realidade da indústria de alimentos e bebidas, pois no contexto atual global, ter projetos socioambientais, e compreender que o planeta é nossa única fonte de matéria-prima e recursos é fundamental para que a empresa prospere e perdure ao longo dos anos. Seguir os valores da ESG é a própria sustentabilidade empresarial. Pilares da ESG: Ambiental: este pilar da ESG inclui práticas desenvolvidas para minimizar os impactos ambientais causados pelas atividades industriais, como, utilizar conscientemente os recursos naturais, reduzir as emissões, evitar a poluição de cursos de água, gerenciar corretamente os resíduos gerados, compensar impactos, etc. Social: é outro pilar muito importante da ESG, envolve questões relativas aos Direitos Humanos. Inclui ações como garantir que o ambiente de trabalho seja harmonioso e humanizado, promover o crescimento pessoal e profissional dos funcionários da empresa, promover a inclusão social, lutar contra a discriminação, investir em saúde e segurança, etc. Este pilar da ESG, abrange não apenas os funcionários da empresa, mas também a sociedade, sendo importante adotar ações que contribuem para o bem estar da comunidade, como promover o voluntariado, cuidar do meio ambiente onde a comunidade está inserida, etc. Governança: a governança corporativa é a forma como as instituições são geridas e incentivadas, compreendendo os relacionamentos entre todos os stakeholders, como diretoria, funcionários, clientes, fornecedores, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), 2015). É o pilar da ESG que diz respeito à cultura organizacional e ética dentro do negócio. Uma política de governança bem estabelecida é fundamental para que exista boa comunicação e objetivos organizacionais claros e convergentes logrando um bom desempenho dos negócios. A governança inclui todas as questões relacionadas à gestão, reuniões, questões de agenda, corrupção, transparência, compliance, etc. Importância da ESG para a indústria de alimentos e bebidas: A indústria de alimentos e bebidas utiliza diversos recursos proporcionados pela natureza para seu processo produtivo e elaboração de produtos, causando diversos impactos ambientais. Os impactos ambientais causados pela atividade industrial se tornam cada vez mais perceptíveis e são temas de grande interesse público atualmente. Estes impactos estão relacionados com as mudanças climáticas como aumento do calor no verão, frios cada vez mais intensos no inverno, inundações, tormentas mais fortes, chuvas mais agressivas, etc. devido à contaminação ambiental de cursos de água, emissão de gases, gestão incorreta de resíduos, deflorestação, acarreando também possível escassez de recursos. Além disso, o constante crescimento populacional, o aumento no consumo de alimentos e as novas demandas do consumidor e da sociedade moderna, que precisam ser atendidas com produtos mais saudáveis, acessíveis e ecológicos, outorga mais ênfase na importância de aplicar práticas ESG na produção de alimentos e bebidas. As industrias nesta área, cumprem um papel muito valioso para o futuro do planeta, por isso a adoção de práticas ESG se torna fundamental. Cuidar do bem estar e saúde dos recursos humanos, utilizar conscientemente os recursos naturais sem afetar as gerações futuras e gerir adequadamente as organizações são fatores determinantes para o sucesso de qualquer negócio. Benefícios de adotar práticas ESG nas indústrias de alimentos e bebidas: Atualmente, ESG é utilizado para medir o desempenho sustentável das empresas e de acordo com várias pesquisas, grande parte da população brasileira prefere comprar de empresas com práticas sustentáveis, mesmo que, isso signifique pagar mais caro. Como consequência as práticas ESG geram grandes oportunidades de crescimento para as indústrias, contribuem para a conquista de grupos de consumidores que tenham os mesmos valores de sustentabilidade e ajudam a ganhar destaque e competitividade no mercado. Adotar práticas ESG, ajuda a preservar os recursos naturais, reduzir custos e desperdícios, mitigar impactos e riscos, e estabelece uma cultura de sustentabilidade entre as partes interessadas da empresa beneficiando toda a comunidade. ESG, também traz vários benefícios para os funcionários já que gera oportunidades de crescimento, promove a igualdade e inclusão, também cria motivação e satisfação ao trabalhar numa empresa que se preocupe com o meio ambiente, e que contribua para uma qualidade de vida melhor em todo o mundo. Como implementar o ESG nas indústrias de alimentos e bebidas? A disponibilidade de recursos naturais e diversidade de opções sustentáveis dão às indústrias de alimentos e bebidas do país excelentes oportunidades para se desenvolver de forma sustentável, adotando estratégias ESG que combina crescimento econômico, respeito aos Direitos Humanos e preservação do meio ambiente. Para seguir os valores da ESG, é importante criar uma equipe encarregada de elaborar, discutir e aplicar práticas ESG de forma segura e acertada, sendo importante que a equipe receba treinamento para garantir que o trabalho realizado seja adequando à situação da empresa. É necessário definir as ações para cada setor da empresa, para isso, os funcionários devem receber palestras onde serão divulgadas as informações necessárias para a aplicação das práticas ESG. Também é importante adotar indicadores para controlar o desempenho das atividades, e implementar melhorias. Por outro lado, é fundamental investir em canais de comunicação entre a empresa e seus funcionários, clientes, fornecedores, comunidade, etc. desta forma é possível garantir a transparência da empresa enquanto as atividades que possam afetar as partes interessadas. Finalmente, deve-se pensar em certificar os processos e produtos a modo de demonstrar para as partes interessadas, que a empresa verdadeiramente está aplicando práticas ESG. Práticas ESG que podem ser aplicadas na indústria de alimentos e bebidas: A aplicação de estratégias ESG na indústria alimentícia é registrada por ações direcionadas à: Economia circular; Gestão de resíduos sólidos, logística reversa, gestão de efluentes; Uso consciente de recursos como água, energia, combustíveis, matéria prima; Redução das emissões de carbono; Redução e compensação de impactos; Criação de produtos e processos ecológicos; Desenvolver projetos sociais de apoio às comunidades; Respeito aos Direitos Humanos e às leis trabalhistas; Inclusão social; Combate as formas de discriminação; Políticas anticorrupção; Criação de ambientes de trabalho seguros, harmoniosos, colaborativos; Referências Bibliográficas: Pacto Global. Rede Brasil, disponível em: https://www.pactoglobal.org.br/pg/esg R. De Carvalho Souza. Identificação das práticas sustentáveis em empresas alimentícias. Universidade Federal De Alfenas -MG. 2018. Critérios ESG e sua importância para as pequenas empresas. SEBRAE. ESG: uma revisão integrativa. Disponível em: https://engemausp.submissao.com.br/23/arquivos/12.pdf Sustentabilidade na indústria da alimentícia. Associação Brasileira das Indústrias de alimentação. Confederação Nacional da Indústria. Brasília. 2012. M. Rosa; G. L. G. Teixeira; R. D. Santos; S. D. Pereira. A importância e consequência da produção sustentável para a sociedade. Anais do IX Simpósio de Engenharia de Produção de Sergipe- ISSN 2447-0635. 2017.  

25/04/2023
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Como a Manutenção Produtiva Total pode colaborar com a Segurança de Alimentos:

A Manutenção Produtiva Total (TPM-Total Productive Maintenance), ou metodologia TPM é uma filosofia japonesa cujo objetivo é atingir a máxima eficácia do processo produtivo, maximizar o ciclo de vida útil dos equipamentos aproveitando os recursos existentes, alcançar a qualidade desejada dos produtos contribuindo com a segurança de alimentos e proporcionar as condições para que os processos sejam capazes de operar de forma padronizada e sem interrupções imprevistas.   A Manutenção Produtiva Total requer de muito treinamento, disciplina, higiene, e envolve a participação de todos os setores da empresa, principalmente produção e manutenção (NAKAJIMA, 1989).   Um dos objetivos da metodologia TPM é promover uma cultura na qual os operadores se sintam responsáveis pelas suas máquinas, aprendendo mais sobre elas, podendo assim prover pequenos reparos e dar diagnóstico de problemas (BRANCO FILHO, 2003; BELINELLI, 2009).   A metodologia TPM promove a quebra zero que busca a confiabilidade nos equipamentos, defeito zero que busca pela qualidade total do produto e segurança do alimento, e acidente zero, que busca pela segurança das pessoas e meio ambiente.   Manutenção Produtiva Total e Segurança de Alimentos:   A segurança de alimentos engloba as práticas que garantem que o alimento não causará danos à saúde do consumidor. A metodologia TPM está ao serviço da segurança de alimentos, já que em cada passo existem ferramentas que podem ser interligadas com as práticas de segurança de alimentos e proporcionam redução de defeitos e reclamações dos consumidores, eliminação de contaminações, melhores práticas de higiene e inspeção.   Pilares da Manutenção Produtiva Total:   A Manutenção Produtiva Total está composta por pilares, cada pilar é importante, caso algum não seja desenvolvido, todo o conjunto pode ser prejudicado. Alguns pilares da metodologia TPM tem um papel especial na segurança de alimentos.   Manutenção Autônoma: implica capacitar aos funcionários em pequenos grupos denominados grupos autônomos, com objetivo de que cada funcionário cuide de seus equipamentos, identifique problemas, perdas e implante melhorias. O funcionário é capacitado em higiene, inspeção, lubrificação, pequenos reparos, controles estatísticos, entre outras.   Manutenção Planejada: implica a realização de inspeções mais robustas, análises de quebras, aplicação de manutenções preventivas, preditivas e planejadas. Tem por objetivo aumentar a eficiência do departamento de manutenção identificando, eliminando e prevenindo as quebras dos equipamentos.   Educação e Treinamento: o treinamento dos funcionários é fundamental pois o conhecimento e a compreensão da metodologia TPM são essenciais para o funcionamento de todos os pilares.   Melhorias Específicas: este pilar da metodologia TPM, consiste em identificar a maior perda de um equipamento ou de um processo, seja ele produtivo ou administrativo, atacá-la sistematicamente até que a perda seja zerada. O trabalho deve ser realizado em grupo, com o apoio de especialistas quando necessário.   TPM Office: pode-se considerar que um escritório é uma fábrica de informações, onde entram insumos (informações de entrada), estes insumos são processados e transformados em um produto (informações de saída). Este pilar tem como objetivo eliminar as perdas nos processos administrativos de escritório e melhorar a eficiência e as informações de saída.   Manutenção da Qualidade: o objetivo é identificar e prevenir erros no processo de produção para garantir a qualidade dos produtos, segurança de alimentos (no caso de indústrias alimentícias), padronizar os processos e atingir a meta de zero defeito. Neste pilar o time de qualidade investiga e analisa as variáveis dos processos e equipamentos que podem levar a bloqueios e perdas. Com isso, são determinadas ações e soluções visando a qualidade final do produto.   Controle Inicial: aqui todos os conhecimentos e informações adquiridos dos demais pilares da metodologia TPM, são base para novos projetos, novas aquisições de equipamentos e mudanças nos processos.   Segurança, Higiene e Meio Ambiente: este pilar da metodologia TPM, tem como objetivo a prevenção de acidentes, pessoais ou acidentes ambientais, atuando para eliminar as condições inseguras e os atos inseguros. São ações voltadas para segurança operacional dos equipamentos, desenvolvimento de processos de manutenção que elevam a segurança das atividades, melhorias nos ambientes de trabalho, melhoria na iluminação e sinalização, adequação de funcionários e instalações às normas e desenvolvimento de sistemas de coleta seletiva de resíduos provenientes das manutenções.   Benefícios de aplicar a Manutenção Produtiva Total:   Garante a segurança de alimentos na indústria alimentícia: equipamentos em bom estado de funcionamento e higiene, garantem produtos de qualidade desejada e seguros para a saúde do consumidor. Reduz os custos: diminui os defeitos dos processos, impactando em menos ações corretivas e menos reclamações dos clientes. A redução de custos obtida através da metodologia TPM tem relação direta com o aumento de investimentos, o que beneficia os acionistas, os funcionários e a comunidade ao entorno da empresa Aumenta a segurança do trabalho: o setor produtivo higienizado e em boas condições de operação propicia maior segurança, confiança e motivação aos funcionários. Melhora o ambiente de trabalho: o ambiente de trabalho limpo, seguro e organizado através de atividades da manutenção autônoma, melhoram o nível de trabalho dos funcionários, e a relação entre pessoas e equipamentos. Promove o desenvolvimento profissional: a metodologia TPM desenvolve novas habilidades, aumenta a autoconfiança e sugestões de melhorias por parte dos funcionários e promove o crescimento profissional. Aumenta a vida útil e confiança nos equipamentos: através de ações de prevenção e melhorias específicas nos equipamentos, eles têm intervalos de tempo maiores de uma falha para outra o que resulta em maior disponibilidade e velocidade de produção. Aumenta a valorização das instalações: instalações bem mantidas têm maior valor de mercado. Preservação do Meio Ambiente: com o bom regulamento dos equipamentos e instalações, há economia de recursos naturais e diminuição dos impactos ambientais (SLACK et al. 2002).   Referências Bibliográficas:   De Oliveira Coneglian; D. De Andrade Rodrigues De Souza; M. Siqueira Neto; S. Nunes Dos Santos. TPM- “Total Productive Maintenance”: estruturação da manutenção planejada para o “Zero Quebra”. Ling. Acadêmica, Batatais, v. 7, n. 2, p. 107-124, 2017. A. Sampaio. Manutenção Produtiva Total. H. Bastos Virgílio. Manutenção produtiva total no melhoramento produtivo organizacional. Universidade Federal De Uberlândia. MG. 2018. W. A. Cury Netto. A importância e a aplicabilidade da manutenção produtiva total (TPM) nas indústrias. Juiz De Fora, MG – Brasil. 2008. F. Teixeira Melo; M. Johnny Loos. Análise da metodologia da manutenção produtiva total (TPM): estudo de caso. Revista Espacios. Vol. 39 (Nº 03) Ano 2018 Pág. 13. A. Alves de Resende; L. Ponsoni Dias. Manutenção produtiva total (TPM): considerações sobre casos de sucesso. XXXIV encontro nacional de engenharia de produção. Curitiba, PR, Brasil, 07 a 10 de outubro de 2014.    

29/03/2023
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