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Gripe aviária na avicultura brasileira:

23/02/2026 - news
biossegurança e controle microbiológico com soluções Higex

Biossegurança e controle microbiológico com soluções Higex

A gripe aviária recolocou a biossegurança avícola sob holofotes e mostrou que não basta “limpar bem”: é preciso controlar os microrganismos com precisão para manter granjas e agroindústrias protegidas, produtivas e em conformidade sanitária. Com 23 anos de experiência em controle microbiológico, a Higex atua exatamente nesse ponto, apoiando o setor na construção de planos de higienização e desinfecção que convertem protocolos em resultados concretos contra riscos como o vírus H5N1.

Gripe aviária e o risco para a avicultura brasileira

A influenza aviária, ou gripe aviária, é uma doença viral causada pelo vírus Influenza A que afeta principalmente aves, podendo assumir formas de baixa ou alta patogenicidade; entre elas, o subtipo H5N1 é o mais temido pela capacidade de provocar mortalidade elevada em plantéis comerciais. Em sistemas intensivos de produção de aves, um foco de influenza aviária desencadeia medidas como sacrifício de lotes inteiros, interdição de propriedades, criação de zonas de proteção e vigilância, com impacto direto em custos, imagem e acesso a mercados internacionais.

O vírus se dissemina por contato com secreções respiratórias, fezes, água, poeira e superfícies contaminadas, mas também se desloca de forma indireta, aderido a equipamentos, veículos, roupas, calçados e outros vetores ligados à rotina operacional. Em um contexto de alta densidade de aves e grande movimentação de pessoas e insumos, qualquer falha na barreira sanitária ou na higienização de ambientes e equipamentos pode se transformar na porta de entrada para o vírus.

Nos últimos anos, o Brasil atualizou planos de contingência para influenza aviária e doença de Newcastle, definindo ações coordenadas para prevenção, detecção e resposta rápida, com foco em proteger o status sanitário do país e a continuidade da produção. Para o produtor e a indústria, isso se traduz em uma exigência clara: biossegurança não pode ser apenas um manual na estante; precisa ser rotina incorporada ao dia a dia, sustentada por programas de controle microbiológico robustos e auditáveis.

Biossegurança e controle microbiológico: o coração do plano

Biossegurança na prática, não só no papel

Biossegurança em granjas avícolas é o conjunto de medidas destinadas a impedir a entrada e circulação de agentes infecciosos, envolvendo desde o desenho das instalações até fluxos de pessoas, manejo de aves e gestão de resíduos. Na prática, isso inclui controle rigoroso de acesso, registro e higienização de veículos, uso correto de EPIs, gestão da destinação de carcaças e subprodutos, protocolos de entrada de insumos e uma rotina disciplinada de limpeza e desinfecção de todas as áreas.
Em cenários de gripe aviária, essas medidas ganham peso ainda maior: a forma como a granja ou a planta industrial organiza seus fluxos e executa a higienização diária passa a ser determinante para reduzir a probabilidade de introdução do vírus e, caso ocorra um foco, para encurtar o tempo de resposta e retomada segura. Sem um plano de controle microbiológico bem definido, a biossegurança fica limitada à intenção, sem a efetividade necessária para enfrentar patógenos de alta importância sanitária.

Pontos cegos da higienização

A experiência acumulada em indústrias de alimentos e ambientes produtivos mostra que a maior parte dos problemas microbiológicos não surge nas áreas mais óbvias, e sim nos “pontos cegos” da higienização. Ralos, canaletas, estruturas elevadas, tubulações, dutos de ventilação, frestas, juntas, zonas sob equipamentos e áreas internas de máquinas tendem a acumular umidade e matéria orgânica, criando condições ideais para a proliferação de microrganismos. Quando esses reservatórios não são alcançados pela higienização convencional, continuam liberando agentes patogênicos para o ambiente, alimentando ciclos de recontaminação que podem persistir mesmo após limpezas rigorosas, comprometendo qualquer esforço para controlar agentes como o vírus da gripe aviária.

Limites dos métodos convencionais

Métodos convencionais de desinfecção, como pulverização manual e nebulização, continuam sendo importantes, mas possuem limitações físicas claras: alcance restrito, zonas de sombra, forte dependência da técnica de aplicação e dificuldade para atingir uniformemente estruturas elevadas, internas ou de difícil acesso. Em plantas complexas, com equipamentos de geometria variada, tetos altos, tubulações suspensas e áreas confinadas, sempre permanecem zonas subtratadas que permanecem como fontes silenciosas de contaminação.

Essa diferença entre o que está escrito no protocolo e o que de fato é desinfetado no campo é uma das principais razões pelas quais surtos podem se prolongar ou reaparecer, mesmo em unidades que seguem rotinas rigorosas de limpeza. Reconhecer esses limites é o passo que abre espaço para tecnologias complementares capazes de ampliar a cobertura e a consistência da desinfecção, especialmente em momentos de maior pressão sanitária, como os períodos de maior risco de influenza aviária.

Desinfecção aérea fumígena em instalações avícolas

A desinfecção aérea fumígena foi desenvolvida justamente para enfrentar o desafio do acesso e da homogeneidade de aplicação, substituindo a tentativa de alcançar ponto a ponto pela estratégia de preencher todo o volume do ambiente com partículas desinfetantes ultrafinas. Liberadas em forma de fumaça, essas partículas se dispersam de maneira uniforme, alcançando tetos, vigas, estruturas suspensas, frestas, áreas internas expostas e demais superfícies onde a desinfecção convencional não consegue atuar com a mesma eficiência.

Em instalações ligadas à avicultura, essa tecnologia pode ser utilizada em limpezas terminais após a saída de lotes, em períodos de vazio sanitário, em ambientes de apoio (como depósitos, câmaras, corredores técnicos) e em áreas de processamento e armazenagem conectadas à cadeia avícola. Quando integrada a um plano estruturado de higienização, a desinfecção fumígena contribui para a redução significativa da carga microbiológica ambiental, ajudando a interromper cadeias de transmissão que se mantêm em zonas de difícil acesso e reforçando as barreiras contra vírus, bactérias e fungos.

Know-how da Higex e aplicações na cadeia avícola

Fundada em 2 de fevereiro de 2002, a Higex soma 23 anos dedicados exclusivamente ao controle microbiológico em indústrias de alimentos, bebidas, produção animal e outros segmentos que exigem padrões elevados de higiene e segurança sanitária. Ao longo desse percurso, consolidou-se como referência nacional ao unir desenvolvimento e fabricação de soluções especializadas com suporte técnico consultivo, sempre orientado à melhoria da performance microbiológica nas plantas.
A empresa foi pioneira no Brasil ao obter junto à ANVISA o registro de um fumígeno desinfetante para uso industrial, fruto de investimentos contínuos em pesquisa, testes de eficácia e validação em campo, permanecendo como a única fabricante nacional com essa tecnologia. O Fumitech, fumígeno bactericida e fungicida registrado na ANVISA (nº 340200037), possui eficácia comprovada contra o Vírus Gumboro com apenas uma hora de exposição, além de validações contra Salmonella, E. coli, Listeria e fungos como Aspergillus. Essa experiência se traduz em programas específicos para ambientes ligados à avicultura, como granjas, incubatórios, fábricas de ração ou unidades de abate e processamento, nos quais a fumegação é integrada a rotinas de limpeza e desinfecção para ampliar a cobertura em áreas de difícil acesso.

Além da desinfecção por fumaça, a Higex oferece soluções para limpeza e desinfecção de superfícies, equipamentos e áreas de processo, bem como ferramentas de diagnóstico e monitoramento que ajudam a mapear zonas críticas e validar a eficácia dos planos de higienização. Essa abordagem baseada em dados e em acompanhamento técnico contínuo facilita a aderência às normas de segurança de alimentos, às exigências de planos oficiais de sanidade avícola e às principais certificações de qualidade reconhecidas internacionalmente.

Um convite à ação estratégica

Em tempos de gripe aviária, a diferença entre um plano de biossegurança que funciona no papel e um programa que protege efetivamente a operação está na capacidade de controlar microrganismos em todas as zonas do processo, inclusive naquelas que não se vê a olho nu. Com experiência técnica consolidada, tecnologia fumígena pioneira no Brasil e atuação consultiva junto ao cliente, a Higex está preparada para apoiar granjas, cooperativas, agroindústrias e integradoras na revisão de seus planos de higienização e na implementação de soluções de controle microbiológico à altura dos desafios impostos pela influenza aviária.

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